

Esta formação consolida-se como um divisor de águas na carreira do médico intervencionista. Coordenado pelos Drs. Carlos Marcelo de Barros e Tiago Freitas, o programa foi desenhado para preencher uma lacuna crítica: traduzir os avanços da neurobiologia da dor para a realidade do centro cirúrgico.
Mais do que um treinamento técnico, propomos uma experiência de elite que integra precisão anatômica e raciocínio clínico de alto nível. Você evoluirá da abordagem tradicional para o domínio de técnicas intervencionistas raras e refinadas, atuando diretamente em casos de alta complexidade e refratariedade. O objetivo é claro: elevar sua segurança e resolutividade no tratamento das neuralgias craniofaciais.

O curso contará com cerca de 30 procedimentos, podendo variar conforme o número de participantes.
Destinado a médicos que já atuam ou desejam atuar no manejo intervencionista das dores craniofaciais, com foco em neuralgia do trigêmeo e dor facial complexa.
Pré-requisito: Formação em neurocirurgia ou atuação comprovada em medicina intervencionista da dor.
Para outras especialidades, será necessária avaliação prévia.

Médico da Dor, Anestesiologia e Cuidados Paliativos
Doutor em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG).
Presidente da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor (SBED) (2024-2025).
Diretor Clínico da Santa Casa de Alfenas (2013-2021; 2023-atual).
Fundador e Diretor Médico da Sinpain Alfenas – Centro de assistência, ensino médico e pesquisa em medicina da dor.
Membro Fundador da Latin America Pain Society (LAPS).
Médico Anestesiologista com área de atuação em Dor e Cuidados Paliativos.
Título de Área de Atuação em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).
Título de Atuação em Cuidados Paliativos pela Associação Médica Brasileira (AMB).
Professor de Anestesiologia, Dor e Cuidados Paliativos na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG).
Fellow of Interventional Pain Practice (FIPP) pelo World Institute of Pain (WIP).
Ex-Diretor Científico da SBED (2022-2023).
Editor-chefe do “Tratado de Dor Oncológica” (Editora Atheneu).
Editor do livro “Barros e Fonseca – Medicina da Dor: Princípios e Práticas” (Editora Atheneu).
Coeditor do “Tratado de Dor Neuropática” (Editora Atheneu).
Editor do “Manual da Especialização em Dor – Hospital Albert Einstein” (Editora Manole).
Editor do livro “Dor: Perspectivas e Práticas no Tratamento Clínico” (Editora Leitura Médica & EMS).

Neurocirurgião Funcional do Hospital Sírio-Libanês de Brasília, Clínica Léssence, Hospital de Base de Brasília e Instituto da Dor de Brasília.
Mestre e Doutor em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília (UnB) Área de Atuação em Dor pela AMB (Associação Médica Brasileira).
Fellow Interventional Pain Procedures – WIP.
Membro do Corpo Editorial da Revista Neuromodulation.
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Neuromodulação.
Co-author do Livro Neuromodulation Techniques For Pain Treatment – A Step-by- Step Guide to Interventional Procedures and Managing Complications.
Autor de Diversos Capítulos e Artigos Científicos em Periódicos Internacionais e Nacionais.
Membro das Principais Sociedades Médicas de sua Especialidade:
A descompressão microvascular é preferida na forma clássica, com conflito neurovascular confirmado por imagem e em pacientes aptos à cirurgia. Já os procedimentos percutâneos são indicados em casos de refratariedade, intolerância medicamentosa, alto risco cirúrgico ou formas idiopáticas.
O programa destaca seleção rigorosa do paciente e precisão técnica para reduzir a dor sem aumentar o risco de dor neuropática pós-procedimento.
Sim. O curso ensina a diferenciar a dor paroxística da dor neuropática contínua, orientando o tratamento farmacológico adequado para cada componente.
O módulo teórico gravado apresenta uma revisão detalhada dos protocolos de ressonância magnética de alta resolução (sequências T2, como CISS/FIESTA) e ensina a reconhecer sinais morfológicos de compressão causal, indo além da simples proximidade anatômica.
Sim. Com base na convergência no complexo trigeminocervical, o curso aborda também as neuralgias do glossofaríngeo, do nervo intermédio e do nervo occipital, além da cefaleia cervicogênica, fundamentais para um diagnóstico diferencial preciso.
Não. As aulas gravadas têm a função de consolidar a base técnica, permitindo que, durante o módulo presencial, o tempo seja direcionado de forma estratégica à prática supervisionada, à execução de procedimentos e à discussão aprofundada de casos clínicos reais vivenciados em campo. Etapa essencial e insubstituível da formação.
Se você ainda tiver dúvidas, entre em contato conosco através do telefone (11) 97173-8330. O Time sinpain terá prazer em te atender e esclarecer todas as suas dúvidas





